freak’s blog

por Henrique C. Alves

Mudando de blog

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Agora num domínio próprio e rodando uma aplicação própria, vou postar com mais frequência também, mas o foco continua sendo desenvolvimento, web, open-source e Linux – alguns off-topics de vez em quando ;)

Valeu!

Escrito por Henrique C. Alves

17 agosto 2008 em 1:53 am

Publicado em Random

Meme do histórico – versão 2008

com 3 comentários

Há quase exatamente um ano atrás rolou esse meme. Meme que é meme não pode morrer, então vamos repetir ele de novo ;)

Quais os comandos que você mais utiliza no seu shell? Esse ‘comadim’ dá a resposta:

history|awk '{print $2}'|awk 'BEGIN {FS="|"} {print $1}'|sort|uniq -c|sort -rn|head -10

O resultado aqui foi
212 cd
143 vi
83 rm
59 startx
47 ls
44 su
43 ncmpc
38 chmod
36 cp
21 man

Deu pra ver que eu uso muito shell, pela quantidade de cd, cp, rm, ls, e também não uso um login manager (por isso o startx). E o grande vim, claro :)

Escrito por Henrique C. Alves

8 julho 2008 em 5:16 pm

Publicado em Linux

Pimp My Vim

com 3 comentários

Vim Pimpado

Vim Pimpado

Vim (Vi Improved). Esse editor de textos de aparência singela, amor de uns e desafeto de outros, talvez seja o editor de textos com mais tradição nas costas que existe. Além de rodar nos Unices tradicionais onde nasceu na encarnação original (Vi, proprietário) e em outros remakes (nVi), roda naturalmente no Linux, *BSD, Windows, Mac, e basicamente qualquer coisa capaz de rodar um terminal e uma camada de POSIX. Muita gente hoje em dia tem contato com o Vi/Vim no Linux apenas para editar arquivos de configuração, e sabe apenas 3 comandos: ‘:w’, ‘:q’ e ‘:wq’ ou ‘:x’ – suficientes para salvar, sair, e ambos. E claro, tecla I ou Insert para alterar para o modo de inserção.

O Vim é um editor que, por ter raízes muito antigas e muita tradição, tem uma interface completamente diferente do que a geração “janelas” está acostumada (que adivinha só, você nem sabia o nome, mas é uma convenção da IBM chamada CUA). Por isso muita gente se frustra quando não consegue sequer sair do programa, e acaba apelando pra um $ killall vim no terminal do lado.

Mas não se engane. Por trás da interface espartana e a curva de aprendizado quase vertical, Vim (hoje na versão 7) é um editor muito poderoso. Se você achava o gedit, o seu Eclipse cheio de plugins, ou aquele Texmate todo emo o máximo… sinto te informar, mas analisados sob a sombra do Vim, não passam de editores xexelentos que vão te causar LER um dia desses (só o Emacs está a par do Vim. Mas eu não suporto aqueles arquivos de configuração em LISP…).

Um dos maiores poderes do Vim, na minha opinião, é a sua “configurabilidade”. Ele possui um interpretador de comandos próprio que te permite mexer nas entranhas do editor e personalizar/automatizar suas funcionalidades para basicamente qualquer tarefa que você precise. Seja programar, escrever livros, revisar documentos, fazer pornografia em ASCII… O Vim te permite colocar várias tarefas a uma tecla de atalho de distância.

É claro que todo esse poder tem um preço: a curva de aprendizado.

Curvas de Aprendizado

Deixando o humor geek de lado… são vários comandos e truques para se aprender. Mas após aprender alguns, você já percebe o salto de produtividade, o que é muito gratificante. Então, se você edita muito texto ou programa, e ainda não usa o Vim, eu recomendo que invista um tempo para aprender a usá-lo (e o mais divertido, configurá-lo ao seu gosto). Você pode acabar economizando muito tempo (e articulações) no médio/longo prazo.

Vou compartilhar aqui o meu .vimrc – cuidado, isso vale ouro :)

Para quem já usa o Vim, e para quem ainda não usa, já serve como aperitivo para ver o que ele é capaz de fazer e como escrever o seu próprio vimrc. Todos os comandos que se vê no vimrc podem ser consultados de dentro do Vim através do comando :help comando

Isso acho que mostra o estrago que o .vimrc consegue fazer. E claro, não esqueça dos esquemas de cores… pessoalmente, eu gosto muito do Gardener, mas há vários outros no Vim.org, e fazer o seu próprio também é bem simples.

Vale a pena também conhecer o gVim e o Cream, que são versões que utilizam em menor ou maior escala elementos GUI como menus e diálogos para tornar o uso do Vim mais intuitivo – mas para total efeito do medicamento, recomendo usar diretamente no terminal ;)

Onde aprender mais sobre o Vim:

Além do site oficial Vim.org, que tem uma coleção monstruosa de scripts e dicas.

Arrivederte!

PS: Porque no Planeta Archlinux o título do post linka para o próprio planeta? H. Doria, dá um help aí!!! :)

Escrito por Henrique C. Alves

5 julho 2008 em 1:47 am

Publicado em Dica, Linux